

DO ERÓTICO AO PLATÓNICO
Eu queria recostar-me em seus seios
E adormecer como no travesseiro.
Eu queria acordar em seus braços
E transitar pelo seu corpo.
Eu queria me perder no agora
E me encontrar só em você.
Eu queria sussurrar em seu ouvido
E ouvir o eco no brilho dos olhos seus.
Eu queria provar seus lábios
E alimentar-me com seus desejos.
Eu queria parar tudo,
Ficar diante de você,
Vazio de problemas
E cheio de inocência.
Eu queria que fôssemos duas estátuas,
Perdidas num jardim sem importância.
Uma diante da outra, olhando, olhando...
Duas estátuas sem ninguém recriminar.
Olhando, olhando...
Vivendo o milagre do amor Platónico!
in «DEUS NEGRO», de Neimar de BARROS, 1973.
E adormecer como no travesseiro.
Eu queria acordar em seus braços
E transitar pelo seu corpo.
Eu queria me perder no agora
E me encontrar só em você.
Eu queria sussurrar em seu ouvido
E ouvir o eco no brilho dos olhos seus.
Eu queria provar seus lábios
E alimentar-me com seus desejos.
Eu queria parar tudo,
Ficar diante de você,
Vazio de problemas
E cheio de inocência.
Eu queria que fôssemos duas estátuas,
Perdidas num jardim sem importância.
Uma diante da outra, olhando, olhando...
Duas estátuas sem ninguém recriminar.
Olhando, olhando...
Vivendo o milagre do amor Platónico!
in «DEUS NEGRO», de Neimar de BARROS, 1973.
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