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Boas Vindas aos visitantes deste Blogue! Aqui encontrarão certamente a melhor informação sobre temas relacionados com a Cultura nas suas diferentes vertentes.Esperamos que tenha apreciado a sua visita e que esta lhe tenha sido útil.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

NOTA BIOGRÁFICA DE JUAN DONOSO CORTÉS


NOTA BIOGRÁFICA DE JUAN DONOSO CORTÉS

Juan Donoso Cortés nasceu em Valle de la Serena, Badajoz, em 6 de Junho de 1809. Fez os seus primeiros estudos, até à idade de dez anos, com um preceptor particular, em Don Benito, residência tradicional da sua família. Prossegue depois os estudos em Sala­manca (1820),- onde se distinguiu no estudo da Lógica e da Metafí­sica - , Cáceres (1821) e Sevilha (1823-1828), em cuja universidade cursou e se formou em Leis. Testemunhando a extraordinária preco­cidade da sua inteligência, ficaram-nos dos seus treze anos uns apontamentos sobre história universal, notáveis pela claridade, método e discernimento filosófico. Como fosse ainda muito novo para exercer a advocacia, aceitou o oferta de uma cátedra de Hu­manidades, na uiversidade de Cáceres, que leccionou durante um ano. Em 1830, passa a Madrid, onde frequenta os círculos literá­rios; ele próprio escreve versos inspirados que o vão tornando conhecido. Em 1832, publica a sua "Memoria Sobre la Situación Actual de la Monarquia", dirigida ao rei Fernando VII, primeiro escrito político de inportância, que lhe vale, além de grande po­pularidade, ser nomeado oficial da secretaria do Uinistério da Graça e Justiça. Donoso Cortes é nesta época, e sê-lo-á durante cerca de
uma dezena e meia de anos, um liberal moderado, de arreigadas con­vicções aristocráticas (aliás, por assim dizer, instintivas em quem, como ele, descendia do famoso conquistador do México, Fernando Cor­tés), que baseava numa "aristocracia da inteligência", prerrogativa daquelas personalidades de excepção que, congraçando, dirigindo ou influenciando de qualquer maneira os povos, fazem a história e nesta imprimem a sua marca indelével e inconfundível. Depois da morte de Fernando VII, quando da questão sucessória que levará à guerra civil os espanhóis, tomará o partido de sua filha D.Isabel II ( de quem foi preceptor e a quem, como secretário l acompanhou durante o exílio ) contra o partido carlista que apoiava o irmão do rei, o infante D.Carlos Maria Isidro, absolutista. Em 1835, pouco depois da sua única filha, faleceu sua mullher,com quem havia casado seis anos antes e a cuja memória permaneceu fiel até ao fim da vida. Eleito deputado às Cortes, em 1838, ocupa mais tarde a secretaria do Conselho de Mi­nistros, no governo de Mendizábal, mas demite-se pouco depois por discordar da política seguida por este. Em l844,participa da comissão de Reforma Constitucional que viria a a elaborar a Constituição de 1845, onde viu consignado o seu princípio de que «as cortes» , como Rei, são a fonte das coisas legítimas"; defende, com efeito, a Monarquia constituciona1 e parlamentar, que tem nesta a1tura como
o sistema mais capaz de assegurar e fazer prevalecer os interesses gerais da sociedade. Já, porém, nesta legislatura terá oportunidade de fazer pública profissão de que a «autoridade pública», considera­da em geral ou em abstracto, vem de Deus" e de que o "Estado deve ser tão religioso como o homem". É a partir de 1847, que toda uma série de acontecimentos, a começar, nesse ano, com o falecimento de seu irmão Pedro, irá abrir nele a via que culminará naquilo a que ele próprio chamou a sua "conversão". A operação subtil e si­nuosa da graça divina irá, em Donoso Cortés, ser propiciada por dois sentimentos característicos, agindo um sobre o outro simul­taneamente: por um lado, um gradual e crescente pessimismo acerca dos homens, alienados ao exclusivo arbítrio das suas vontades e paixões desencontradas, e acerca da viabilidade de organização "ra­cional" desse seu pequeno e turbulento mundo a que se confinam; por outro lado, uma consequente abertura e descoberta do mundo sobrenatural e da acção da Providência divina. Tudo isto conduzirá à des­tronização daquela "soberania da inteligência" que apontámos, a favor do primado da afirmação sobrenatural da fé; como confessa
Juan Donoso, em carta a Blanche-Raffin: "Eu sempre fui crente no íntimo da minha alma, mas a minha fé era estéril porque não gover­nava os meus pensamentos, nem inspirava os meus discursos, nem guia­va as minhas acções". As suas convicções políticas vão, paralelamente, evoluindo num sentido marcadamente conservador que, no entanto, nunca chegará a ser absolutista (com efeito, jamais defenderá, como os seus adversários carlistas, inspirados em Joseph de Maistre, o "direito divino"dos reis). Esta sua evolução fica publicamente assumida e ex­pressa, em Janeiro do ano de 1849, numa sua célebre intervenção par­lamentar, em que proferiu aquele que ficaria a ser conhecido como o "Discurso sobre a Ditadura". Neste, defendia a política do governo presidido por Narváez, cujas medidas tornaram possível acabar com as repercussões mais agressivas da revolução de 1848, em Espanha, abjurando por completo as suas antigas ideias li­berais, Que qualifica de erróneas, pertubadoras e dissolventes, vai propugnar pela necessidade, limitada e conjuntural, do governo dita­torial, sempre que não haja outra alternativa, para a "ditadura da insurreição"; ao mesmo tempo, defende a supremacia da Igreja em ma
téria política, aliás em coerência com aquelas ideias suas que notáramos já quatro anos antes. Donoso Cortés vai estar depois cerca de um ano como embaixador do seu país em Berlim mas, ainda em 1850 regressa de novo ao parlamento onde, a propósito de um debate sobre po­lítica financeira, terá ensejo de expender algumas ideias sobre polí­tica geral europeia num famoso discurso que, vertido em italiano e alemão, foi lido e elogiado por personalidades como Schelling, Ranke e Metternich. Impressiona este discurso por um sentido prospectivo de tal modo apurado que chega a tocar a raia da visão profética; nele prevê, com efeito, a ameaça do imperialismo russo, a confederação dos povos eslavos, o afundamento do Império Britânico, a revolução sovié­tica. Já pelas prevenções que faz, já pela única solução fundamental possível de conjurar essas ameaças, que aponta, esse discurso conser­va ainda hoje toda a actualidade e merecia, sem dúvida, ser dado à meditação do actuais estadistas . Vale a pena dizer, ainda no contexto deste discurso, que, como resultante lógica da sua inte­gridade cristã, Donoso Cortês não simpatiza nem confia, no domínio económico, tanto com a plutocracia capitalista dos "espoliadores", como com o socialismo subversivo dos "espoliados", para utilizar os seus termos. A este respeito ( escreve numa carta de Novembro de 1851 à rainha D. Maria Cristina, em termos de uma franqueza que já foi con­siderada "brutal" ) deixa muito claramente afirmado que os ricos traí­ram o seu dever cristão de caridade para com os pobres e adverte a inevitabilidade de uma revolução social, no caso de os monarcas da Europa não enveredarem por uma política global e concertada de socorro aos pobres e de contenção de privilégios dos ricos: - «Hoje o único problema é o de distribuir adequadamente a riqueza que tem sido mal repartida ( … )  Se os governantes das nações não o fizerem, o socialis­mo virá resolver o problema». A solução que propôs como alternativa 

o dever esmoler dos que têm demais para com os que carecem do 

sufici­ente - , se parecerá ingénua à mentalidade de hoje, que já assistiu e assiste - possessa de "segurança social" - à crítica demolidora e às reivindicações do movimento socialista, nem por 

isso deixa de se inte­grar numa tradição cristã já claramente desenvolvida nos tempos de um 

S.João Crisóstomo ou de um Santo Ambrósio. E, como advertência de­cisiva, pode ler-se em conclusão nesta mesma carta: «Hoje em dia, só os santos podem salvar as nações»! Numa outra correspondência, de Agosto deste mesmo ano) dirigida de Paris - para onde tinha ido já em 1850 

e onde ficaria até à morte, como embaixador de Espanha - a seu amigo Gabino Tejado, Donoso Cortés deixa-nos uma outra indicação precios

da qualidade e da empenhada intensidade por que 

se ia orientando a sua vida: «As coisas da religião, ocupam-me já exclusivamente. Não posso, 

nem devo deixar este posto, por graves considerações de inte­resse público, mas desejo que me livrem dele; no dia, em que isso su­ceder, não me voltareis a ver no mundo». Será nesse mesmo 

ano 

de 1851 que aparecerá publicada aquela que é sem dúvida a sua mais importan­te obra – o «Ensayo sobre el Catolicismo, el Liberalismo y el Socia­lismo, Considerados en sus Principios Fundamentales" que viria a ter uma imediata e vasta repercussão, principalmente fora das 

fronteiras espanholas. Em 1852, escreve a «Carta al Cardenal Fornari» que, no dizer de um detido estudioso de Cortés, Santiago Galindo Herrero, «foi tomada por muitos como um claro antecedente do «Syllabus» ou, mais exactamente, da encíclica «Quanta Cura» que o papa Pio IX publicaria em 1864, acrescentada de um Catálogo ( o «Syllabus» ) de oiten­ta proposições, já condenadas em anteriores documentos pontifícios, que sintetizavam os vários tipos de mentalidade e cultura que iam impregnando o século: panteísmo, naturalismo, racionalismo, socialis­mo, galicanismo, etc … 

No entender do mesmo estudioso, «nesta carta encerra-se, compendiado, todo o pensamento do autor estremenho». Ela pode considerar-se, com efeito, como o testamento político e moral 

daquele que é considerado como um dos mais brilhantes prosadores do seu século e que, com apenas quase 44 anos, viria a morrer a 3 de Março de 1853.

P. I. // A.C.F.
Lisboa , Março de 1982




quarta-feira, 29 de julho de 2009

FOTOS





FOTOS DE ÍCONES





«LITURGIA UMA ESCOLA DE FÉ» -DOM MIQUEL - ABBÉ DE LIGUGÉ




LITURGIA E CULTO



LITURGIA E CULTO

Em grego clássico «liturgia» significava «obra pública» ou «serviço social»; por exem­plo a construção de uma nave cujo custo se imputava a um particular opulento. A palavra

adquire sentido cultual na tradição grega do Antigo Testamento chamada dos LXX. S. Paulo

usa o termo "liturgo" para designar uma função social quando se refere aos cobradores de impostos (Rom 13,6); em linguagem moderna dir-se-ia «funcionário».

No Novo Testamento, quando os tempos litúrgicos se referem a judeus ou a pagãos, designam acções rituais: são sacrifícios o de Abel (Heb 11,4),os que se ofereceram ao bezerro de ouro (Act 7,41) e os do sacerdote de Zeus em Listra (Act 14,13); ê 1iturgia o serviço de Zacarias no templo (Lc 1,23), e mencionam-se utensílios litúrgicos (Heb 9,21); são culto os Jejuns e orações de Ana no templo (Lc 2,37), ou as cerimónias rituais dos judeus (Rom 9,4).

Mas quando o Novo Testamento aplica estes termos aos cristãos, liturgia, culto e sacrifício são a própria vida; nunca nos evangelhos nem nas cartas dos apóstolos se usa para indicar uma celebração em comum (só em Act 13,2 se dá uma excepção possível: o verbo derivado de liturgia emprega-se em ligação com um jejum, sem mais precisar a que se refere ). Não há dúvida que os cristãos celebravam juntos a eucaristia, mas o nome que lhe davam não era «culto», antes «fracção do pão», expressão hebraica que significa «comer juntos»:«pão» designa todo o alimento, e o facto de o «partir» indica que se «reparte» entre os comensais.

O culto, o sacrifício e a 1iturgia do cristão são, pois, a fé e o amor fraterno, a entrega a Deus e a dedicação ao próximo. Em outros termos, sua vida concreta e inteira, projectada em duas coordenadas: e caridade.

A projecção de uma realidade em duas coordenadas não a fende. A fé-caridade é a sistole­-diástole da vida cristã. A fé é o ponto de vista claro que orienta a percepção da realidade inteira. Ensina a ver o mundo como campo de acção do amor de Deus; é olhar surpreendido que descobre Deus num mundo translúcido, onde ele está presente e actua. O amor de Deus por cada um revela-se como uma concretização matizada e original do seu amor por todos. A resposta do homem há-de ser global: não se articulam o sim a Deus com o não ao homem; não colhe sentir-se perdoado, sem perdoar, nem sentir-se amado sem amar. Na frase de S. João: "Amar o Pai significa amar os que são seus filhos", isto é todos os que crêem (l Jo 5,1)

O culto a Deus no Novo Testamento não ocupa um sector da existência; antes toda a existência; não se exercita com ritos especiais, mas com o próprio viver; não requer actividades peculiares, antes a criatividade e a dedicação próprias do interesse mútuo. «Portanto, o que quiserdes que vos façam os homens, fazei-o também a eles, porque esta é a Lei e os Profetas", (Mt 7,12). É um culto e um sacrifício existencial, no qual o homem se oferece

a si mesmo na sua circunstância histórica. Enquanto existencial, é um reflexo do sacrifí­cio de Cristo.

O cristão unido pelo baptismo ao Bom Pastor, vivendo a recebida, trabalhando pela construção de um mundo melhor, sem injustiças, sem desigualdades, sem divisões, prolonga no presente o triunfo do Ressuscitado.



LITURGIA - UMA ESCOLA DE FÉ

O centro dos mistérios dogmáticos e o centro do ciclo litúrgico coincidem na Páscoa, onde são reveladas as duas verdades essenciais da fé cristã: Cristo ressuscitou, Deus é Amor.

;

Em torno do centro gravitam Os outros mistérios que se correspondem dois a dois. - O NATAL, onde Jesus nasce na terra dos homens corresponde ã ASCENSÃO onde re­gressa para junto do Pai com o seu corpo espiritual;

- A EPIFANIA inaugura o universalismo ~~ salvação proclamado no Pentecostes;

- A TRANSFIGURAÇÃO manifesta a glória do corpo de Cristo, Verbo feito carne aquando da ANUNCIAÇÃO:

Todavia, longe de ser um eterno retorno, o ciclo litúrgico faz-nos progredir de ano para ano cada festa marca uma etapa espiritual rumo à Jerusalém celeste onde se celebra a liturgia eterna.


LITURGIA - UMA ESCOLA DE FÉ

o centro dos mistérios dogmáticos e o centro do ciclo litúrgico coincidem na Páscoa, onde são reveladas as duas verdades essenciais da fé cristã: Cristo ressuscitou, Deus é Amor.

;

Em torno do centro gravitam Os outros mistérios que se correspondem dois a dois. - O NATAL, onde Jesus nasce na terra dos homens corresponde ã ASCENSÃO onde re­gressa para junto do Pai com o seu corpo espiritual;

- A EPIFANIA inaugura o universalismo ~~ salvação proclamado no Pentecostes;

- A TRANSFIGURAÇÃO manifesta a glória do corpo de Cristo, Verbo feito carne aquando da ANUNCIAÇÃO:

Todavia, longe de ser um eterno retorno, o ciclo litúrgico faz-nos progredir de ano para ano cada festa marca uma etapa espiritual rumo à Jerusalém celeste onde se celebra a liturgia eterna.

terça-feira, 28 de julho de 2009

AS FRONTEIRAS EM CONSTANTE MUDANÇA DA CIDADE - TOULOUSE 1997 ( I I ) resumos - abstracts


RESUMOS - ABSTRACTS : LIVROS SOBRE RELIGIÂO


ANDERSON, Leona Canada

Relocating the Sacred in a Modem Indian City: lhe Case of lhe Ganesh Feslival in Pune

This paper examines the festival of Ganesh (Ganeshcaturthi) as an example of the manner in which the sacred is transformed and reconstructed in a modern urban environment in the Indian sub­continent. The celebration in Pune. India is unders­tood as one means of constructing urban identity. an occasion to focus on unity in spite of increasing diversity. This particular festival is widely celebrated in Maharashtra and Ganesh is especially beloved here. He (Ganes h) is the god of wisdom. good luck, good fortune and success, as well as the patron of learning and literature. Today, the Ganesh festival is celebrated over a ten or eleven day period: the fes­tivities are as complex as they are diverse. On the first day colorful statues of Lord Ganesh, some over twenty feet tall. are brought home or to a public place, installed ceremoniously and worshipped for ten days with great fanfare. The platform where the idol is kept is decorated with fruit. Iights and f1owers. Prayers are held every morning and evening, when everyone joins the sessions. These statues draw large crowds. On the last day, the images are taken in huge processions for immersion in the wciters of the rivers flowing through the city. Devotees sing, dance and enact scenes from the folk traditions of Ganesh. My paper argues that the Ganeshcaturthi provides a focus for social and spatial coherence amongst the inhabitants of the rapidly expanding and increasin­gly industrial environment of Pune.

***************

AZRIA. Regine France

les juifs du silence

L'enquête dont il sera question dons cet exposé s'inté­resse aux juifs dont la présence isolée et silendeuse tronche avec les nouveaux types de recommunauta­risation obseNés ailleurs. Divers niveaux de questionne­ment seront évoqués: questions relatives à la méthode d'enquête et aux a priori théoriques qu'elle engage; questions relatives ou fait juif contemporain et à la plu­ralité de ses modes de présence ou monde, etc.

AZRIA. Régine France

Pour une reprise critique du paradigme diasporique à partir du cas juif

L'exposé se proposera de poser 1e constat de la crise du paradigme diasporique et d'en proposer une réevaluation iIIustrée à partir du cas juif.


BABES, Leila France

Mylhe d'origine el recomposilions idenlilaires dans I'islam en France

Quelles peuvent être les nouvelles formes de recom­positions identitaires des jeunes musulmans de France? De quelle maniére se fail la réactivation du mythe d'origine? Comment se construisent les diverses appartenances, et comment se conju­guent -elles avec le fait d' être français et musulman ? Telles sont les questions qui sous-tendent cette réflexion.

BAllEY. Edward UK

Domesticity, Privatisation or Cosmicisation?

The break-down of traditional communities has been seen as issuing in secularization. First indivi­dualism, then domesticity and now privatization of every sort, would therefore seem to be stages on the road to complete secularization. Such proclivi­ties, on the other hand, often have characteristics, such as a zeal which goes beyond rationality, that are usually associated with religion. They may the­refore suggest the need for an explanation in terms of another kind of sacralization, arising from a diffe­rent source or sort of sacrality. The apparent ambi­guity of their sacred/secular status may also be seen as characteristic of what are traditionally known as sacraments.

BAlTANOVA, Goulnara Russia

Urbanisalion in Tradilional Muslim Socielies

Sociological study of the phenomenon of Muslim revivalism in the 1980s and 19905 show us that the process of urbanisation was one of its causal fac­tors. The migration of rural people to the cities, their reaction to cosmopolitan culture and Iifestyle, their marginalisation, are among the reasons for Islamic rebirth. However, this is only one aspect of the phe­nomenon, the other is that the urban middle class intelligentsia and students are the social basis of the Islamic movements.

BAlTANOVA, Goulnara Russia

Islam in Russia in lhe 19905

Islam in Russia is the most widespread religion after Russian Orthodox. One of the famous French spe­cialists on Soviet Islam called Russian Muslims • Les Musulmanes oubliés·. Now Russian Muslim republics are known in the West and the East - Chechnya, Tatarstan, Daghestan and others. So; what is the future of Islam in Russia? Is it close to Euro-islam or tothe traditional,Muslim communities? Is it a sort of aiternative ideology or an integral part of Russian culture? Is there a sort of so-colled "Islamic fundo­mentalist nostalgia" of the Soviet Union omong the Russian Muslims? Ali these questions are to be dis­cussed.

BARDELLA, Claudio UK

lhe Pilgrimages 01 the Plagued: AIOS, Spirit and Body

It is a well-documented fact that Iile-reinforcing cele­brotions which involve the use of music, dance and intoxicoting substances are often creoted by people in crisis (Fanon 1977, Zoja 1989, Nohl 1971), and it is often ossumed that one of the principal differences between traditional and contemporary society is that the latter provides very Iimited opportunity for ini­tiation ond participation in genuine ritualistic beha­viour (Eliade 1958, Honno 1987). This paper chal­lenges this assumption by analysing the role of contemporary culture's spiritual pilgrimages and rela­ted ritualistic behaviour in renewing and reaffirming the subculture's values in the face of extreme social and existential stress.

The construction of an AIOS culfure has become fun­damentally Iinked to the 'gay' subculture which has appeared in most western urban centres since the 1960s. One of the (sub)culturally-specific institutional responses to cope with the overwhelming occurren­ce of death amongst its members has been the flou­rishing of an international 'Gay-Oance-Party' subcul­ture which provides unparalleled opportunities for ritualistic behaviour.

This paper will analyse how participation in these unu­sual forms of pilgrimage, which may perform similar symbolic functions as do the Christian celebrations of Easter and Christmas for the religiously-identified, pro­vides the participants with significant spiritual expe­riences of transcendence and allows for the tronsfor­mation of social and moral reality. The paper will also look at the subculture's redefinition of the body as a vehicle of spiritual enlightenment.

BARKER, Eileen

" Why methods really matter : studying new religions or destructive cults "

The poper will take examples of the ways in wich sociological methods - what we can and cannot say as social scientists - is important. It will ask what the social scientist should do if people beleive their versions of reality are as, or more viable than. constructions of reality that are refuted by social scientific method.

It will also illustrote/elaborote on the argument in my paper "the scientific study of religion ? Vou must be joking ! " JSSR dec 1995. drowing on data from o recent court case in Moscow.

BECKFORO, James UK

lhe Continuum between 'Cults' and 'Normal' Religion

The central theme of this paper is thot sociologists hove tended to creote on ortificiolly strong barrier between new religious movements (or 'cults') ond other religious phenomeno and hove thereby exag­gerated the movements' distinctiveness, if not pothology. Of course, case studies of separote movements hove revealed interesting details about them ond comparative studies hove identified some common charocteristics ond types. But, It is use fui to remind ourselves that in some respects, new religious movements are subject to the some socio-culturol forces as other religious phenomeno. In particular, the contested boundaries between (o) religion and non-religion and (b) 'normal' and 'devlant' religion, offect not only new religious movements but olso 'mainstream' expressions of religion. A better sontextuolisation of new religious movements might help to combat misplaced anxie­ty about them and to identify the grounds for justi­fiable concerns about them.

BECKLEY. Robert USA

AIOS Counselling as Implicit Religion

The stigmatised illness of AIDS and the stigmatised condition of HIV positive individuais permeates ali institutions of European and North American socie­ties including religion. Since the early 1980s in the United States, Protestant congregations, Roman Catholic parishes and Jewish synagogues and temples have encountered members, children of members and friends who have been terminally 111, who have died and who have been diognosed as HIV positive. A similar situation has existed in the United Kingdom.

Often, the responses of various clergy to the needs of such individuais have been individualistically craf­ted, olthough most Protestant denominations and the branches of Judaism have issued statements of advocacy for those who are HIV positive or Persons with AIOS. Many c1ergy and religiously affiliated counselling programs operate at the margins of tra­ditional religious denominations and traditions or independent of them altogether. Although persons with AIOS and HIV positive individuais are no longe r gay and bi-sexual men, the illnesses associated with HIV are still thought by most citizens as impacting gays more than other people. Many c1ergy in olmost ali denominations share this perception. As a result, clergy involved in AIDS programs and those whom they counsel ond console are suspieious of traditional religion and exhibit charocteristies of implicit religion.

Implicit religion recognises that what people stond for ond partieipate in may be outside the doetrinol ereeds and traditions of estoblished denominotions. The saered is important, but it is not necessarily for­malistie. Likewise, these individuais' eommitment is to less than formal concepts ofthe socred.

This paper examines responses from ciergy in the Episcopal Chureh, the United Methodist Church, the Presbyterian Church (USA), the Southern Baptist Convention, the Evangelical Lutheran Church in America, the Church of England, the Church of Scotland, the Methodist Church in Great Britain, the United Reformed Church in Great Britain and the Baptist Union of Great Britoin whose orientation, activities and counselling protocols and programs seem to be examples of implicit religion. It is part of an eight year study of ciergy responses to People with AIDS and HIV positive indiv!duals which is sche­duled for publication in book form in lote 1997. A series of focused interviews and re-interviews during these eight years are thesource of data for this study,

BÉGOT. Anne-Cécile France

De lo molodie à lo guérision: élude des croyonces oulour de la molodie el de leurs implicalions Ihéra­peuliques, à partir de deux groupes religieux mino­rilaires (Science Chrélienne el Anloinisme)

La Science Chrétienne et I' Antoinisme sont deux groupes religieux minoritaires; ils ont pOUl porticula­rité d'ovoir centré leurs pratiques outour de lo gué­rison. L'étude de leurs croyonces outour de lo molodie nous semble fondomentole dons lo mesu­re ou elle permet de soisir les ropports de ces groupes ovec la société globole (et plus porticulie­rement avec la médecine officielle), ainsi que leurs normes implicites et explicites. Par oilleurs, ces croyonces, légitimées et régulées, constituent lo bose de ce que nous appelons "I' efficocité théra­peutique symbolique".

BEKKAR, Rabio ai SAADI-BARRERE Fériel Fronce

Terriloires el "publicisalion" des religions à Bellavilla (Paris)

Plutôt que de réifier un fondomentolisme en géné­rol nous tenterons de comprendre lo diversité de stotégies et de toctiques d'identificotion et d' octivi­tés que recouvre la référence à une religion.

Une de nos hypotheses sere que dons les processus de radicalisation s'opére un "englobement hiérar­chique" du culturel. du social et du politique par le religieux. Celui-ci devient olors le principe d'orgoni­sation de la vie quotidienne, de construction des identités des acteurs et de représentotion du "Iien communautoire" .

Nous étudierons donc lo territoriolisation et la publi­cisation des religions: seront identifiées et anolysées les manifestotions sensibles, dons I'espoce urboin, de marqueurs d'identificotion et de différeneiation religieuse : la façon de parler et de poroitre, délimi­totion des territoires et croisement de porcours. Cette forme d'intégrotion des pratiques et des espoces s' ancre dons différents types de réseaux de sociobilité qui lui donne son assise sociale. Comment se constitue I'intricotion des territoires et lo délimitotion des frontiéres entre commnoutés ? Quels sont les modes d'occupotion et de contrôle de lo rue, du trottoir devant les lieux de culte, du terre-plein ou centre du boulevord Belleville ou se tient le morché (Iieu de troc, d'échonges et de dis­cussions)?

Comment s'opere la "privotisotion" des trottoirs par la priere collective à I'extérieur de lo mosquée? Comment procédent les petits morchands à la jour­née pour I'instollotion des étals des marchondises ? Les territoires peuvent être vécus comme des lieux à défendre ou à conquérir. Comment se justifie ce sentiment d' apportenonce qui pousse à recourir oux stratégies les plus diverses pour se mointenir sur un lieu dont on se sent les occuponts les plus légi­times?

Comment concrétement s' étoblissent les frontiéres? Les Iieux sacrés sont-ils un discriminant pertinent? La portie sud du boulevord de Belleville ovec son outre mosquée , ses demi-grossistes et bouchers holal. ses Iieux de discussion, ne constitue-t-elle pas un territoi­re autonome et distinct du reste de I'espoce?

En deçà de I'affirmation d'une identité nous tente­rons de comprendre, por I'onolyse des récits bio­grophiques comment I'odoption d'une "façon de '{ivre" qui se réclame d'un courant religieux fait sens dons I'expérience des différents groupes.

BENAVIDES, Guslovo U.s.A

Calholic Modernilies

This presentation is devoted to the study of the tension between conservatism ond modernisation in Lotin American Colholicism. Specifically I will explore two attempts by the Catholic Church to come to terms with modernity; these two attempts, to be explored agoinst the background of the process of conversion to Protestantism now taking place in the continent, ore the following: lhe Theology of Liberation, a para­Morxist movement lhat combines an anti-troditional altitude, particularly regarding ritual. with a troditionol relionce on o closed body of Scripture, ond the Opus Dei, o secretive orgonisation thot combines the ratio­nol opproach to work required by capitalism with tro­ditionol Catholic authoritarionism.








AS FRONTEIRAS EM CONSTANTE MUDANÇA DA CIDADE - TOULOUSE 1997






RESUMOS - ABSTRACTS // LIVROS SOBRE RELIGIÃO


ABE, Yoshiya Japan

Waywardness of Cult Controversies in Japan: A Reflection on the Turbulence after AUM Shinrikyo and the Revision of the Religious Juridical Persons Law

This paper will firstly categorise the numerous publi­cations that followed the AUM Shinrikyo incident and the following revision of the Religious Juridical Persons Law. It will then bring out a few issues revea­led in them: the juxtaposition between journalists and scholars of religion; the contrast between the shin shukyo (sect) vs. shin-shin shukyo (cult); and the pro-revisionists vs. the anti-revisionists. Finally it will describe my proposition to incorporate a religious information centre and the following confusion that reflects the vested interests of various religious and political groups in Japon today.

ABELA, Anthony M Molto

Secularised sexuality in a city-island

Sexual activity of young people in the traditional city-island of Molto is increasingly under the influen­ce of global and western European culture. Seo and land barriers of a former fortress Island have become permeated by the global environment of a seNice-orientated European city through mass tourism, overseas travel, information technology, new work and leisure patterns and a rapid expan­sion of higher education, Data analyses from a nationally representative Youth SUNey (N = 1 000) and the Values Studies put to the test exploJatory studies on the sexual behaviour of university stu­dents (Saunderson 1996, N=390), and a Catholic Church's consultation report for a national Synod on the social and religious Iife of adolescents and young people in Molto (Diocesan Youth Commission 1995, N=5744).

The paper examines the relation between sexuality, secularised religion and city life of young people in Molto. It examines the prevalence of sexual atti­tudes and practices, including premarital sex, mas­turbation, the use of artificial contraceptives, abor­tion and divorce, which are not allowed in the tea­chings of the Catholic Church. To what extent is sexuality under the influence of religion, or do sexual attitudes and behaviour change irrespective of reli­giosity? What is the religious response to changed sexual practices? Do global influences result in a permissive society or do higher education and an up-dated religious morality favour a more respon­sible and individualised sexual behaviour in an emerging post-traditional city-island? Are there signs of the transformation of intimacy?



AGADJANIAN, Alexander Russia

Religion in Russia: a working symbol of transition

While the rate of regular religious practice in Russia is still one of the lowest in the world, the prestige of religion is comparable to that in most "religious" countries. This gap is crucial for understanding the state of religion and the meaning of social changes in Russia. The critical point of Russian political deve­lopment. 1989-1992, was also a time of deep crisis in corporate and individual psychology. The sudden breakdown of long-established symbols and social axioms gave religion a chance to play its natural role of a "cosmosizing" system, causing a dramatic rise in explicit religious feelings, but not a significant rise in religious practice. This means that religion works either os (0) a fresh ideology opposed to those discredited, or (b) a symbol of national and/or personal identity, or (c) an image of a coherent order that islacking in the world.

ALBERT, Jean-Pierre France

Présentation par l'auteur du livre Le sang et le Ciel. Les saintes mystiques dans le monde chrétien, Paris, Aubier, 1997.

Qu'est-ce qu'un saint en terre chrétienne? Par­delà les définitions de la sainteté proposées par les églises, ce livre tente de repérer, dons la longue durée du christianisme occidental. les parcours bio­graphiques réels ou légendaires et les signes d'élec­tion qui désignent ce personnage exceptionnel à ses contemporains. Il vise en même temps à préci­ser ses fonctions propres dans l'économie globale. des relations des hommes avec le ciel: la recon­naissance des saints est inséparable d'une construction symbolique et sociale dangereuse pour l'institution religieuse, mais également apte à rehausser sa sacralité, et c'est cette ambivalence même qui explique le succès de leur culte.

Pour mieux cerner ce vaste ensemble de pro­blèmes, l'auteur centre son analyse sur les voies sin­gulières de la sanctification des femmes. Les saintes, beaucoup moins nombreuses que les saints, entrent avec de sérieux handicaps dans la carrière de la sainteté en raison de l'image négative de leur sexe et. en particulier, de l'impureté supposée de leur song. Elles se revélent pourtant. en fin de compte, les mieux à même d'incarner, dans leur experience mystique, les trois dimensions majeures de la sainteté chrétienne: ascétisme, sacrifice et position prophétique.


. ALBERT, Jean-Pierre France

Les approches ethnologiques de la religion: pro­blèmes et perspectives

Cette communication visera à évaluer les effets de la pensée structuraliste sur la place donnée au reli­gieux dans les travaux des ethnologues - et en par­ticulier des ethnologues de l'Europe - au cours des vingt dernières années. La construction d'une "anthropologie du symbolique" semble en effet avoir estompé les frontières entre le champ de la religion et les autres dimensions expressives de la culture, invite à rechercher des cohérences trans­versales plutôt que les spécificités de chacune d'entre elles. On montrera sur quelques exemples l'intérêt, mais aussi les limites de cette orientation. Des propositions seront faites pour construire de nouveaux cadres analytiques à partir d'une théorie de la pensée symbolique et d'hypothèses précisant le sens et les modalités de l'efficacité sociale des représentations et des pratiques religieuses.

ALBERT-LLORCA, Marlène France

La Vierge et ses images dans les cultes urbains d'Espagne

Le lien entre le culte des saints patrons des cités et ce que l'historien Peter Brown appelle le 'patriotis­me municipal" a souvent été souligné. Dans l'Espagne contemporaine, les villes ont souvent pour patronne la Vierge Marie, ou plus exactement une image maritale désignée par un vocable parti­culier. On montrera que, au lieu de corresponç:Jre à un culte destiné à la Vierge de l'Église universelle, le traitement rituel de ces images vise à en faire des objets ou des personnages singuliers, que la com­munauté peut reconnaître comme siennes parce qu'ils incarnent son unité et son identité.

ALLIEVI, Stefano Italie

La conversion: les frontières changeantes de l'iden­tité religieuse

Le procès de globalisation et. plus concrètement. les migrations internationales qui en sont à la fois une cause et un effet. exacerbent la pluralité reli­gieuse dans les villes occidentales, Mais il ne s'agit pas seulement d'une pluralité concomitante. Parallèlement aux processus de sécularisation, le résultat de ce phénomène est de permettre de passer d'une religion à l'autre: les identités devien­nent de plus en plus électives.

L'évolution est d'autant plus 'violente- qu'elle touche la dimension religieuse qui a toujours été considérée, aussi bien par le sens commun que par la sociologie religieuse des pères fondateurs,


comme un élément stable, garant de la longue durée, d'une tradition qui se transforme mais ne meurt pas, voire, pour reprendre la terminologie durkheimienne, l'essence de la société elle-même, Or. le constat va plus loin que celui de l'électivité des identités. Cette mobilité inter-identitaire porte implicitement en elle le transitoire, le provisoire, et même la multiplicité. En outre, les ruptures, la dimension extra-ordinaire des choix, sont dédrama­tisées. Les différences reconnues et acceptées offrent de nouvelles potentialités et rendent le choix lui-même moins coûteux, notamment au regard des conséquences qui pouvaient auparavant accompagner de telles initiatives (exclusion, margi­nalisation sociale).

En outre, ce ne sont pas seulement les new religious movements, les sectes, les groupes religieux, etc; la présence de populations allogènes intègre dans l'espace européen des religions "traditionnelles" autrefois presque absentes, voir ennemies, en tout cos associées à des lieux "autres".

A partir d'une recherche de trois ans sur les conver­sions à l'islam en Europe, nous souhaiterions revenir sur les itinéraires et les conséquences des processus de conversion, et sur le paysage religieux qui se des­sine derrière eux.

AMIRAUX, Valerie France

Dro+! et religion: l'islam hors-champs politique en Allemagne

Nos enquêtes sur l'islam, élément d'intégration des jeunes Turcs en Allemagne, menées dans le cadre d'un doctorat de science-politique (lEP Paris) nous ont conduit à envisager la façon dont la présence de cette religion minoritaire est gérée dons l'espace public Outre-Rhin. La juridiction allemande définit clairement le partenariat État-Religion et les cadres d'action de l'institution religieuse, notamment en conférant à certaines confessions le statut de "cor­poration de droft public" (Korperschaft des offentli­chen Rechts). L'islam, massivement représenté sur le sol allemand par les travailleurs immigrés (dits Gastarbefter), n'entre pas dans ce cadre juridique et le statut de corporation lui est toujours refusé. Il reste sur l'agenda de politique étrangère et de politique de défense (discours sécuritaire).

L'absence d' "affaire du voile à la française" permet d'illustrer le mode de fonctionnement institutionnel d'un pays où le fédéralisme coopératif, la décentrali­sation. un processus de decision-making spéCifique, le 'patriotisme constitutionelN (Habermas) déplacent la conflictualfté du religieux (l'islam) au juridique (la nationalité), faisant ainsi l'économie du débat poli­tique, à l'exact opposé de la situation française. Nous proposons donc une inteNention sur le rapport entre religion, droit et polftique à l'aube d'une étude de cas sur l'Allemagne, visant à expliciter la façon dont une religion de l'Autre sert, malgré son absence de la scène politique et dans un contexte urbain en pleine mutation (Beriin), la définition des fondements culturels de la Nation.

( a continuar )

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